CRISE?
| From: | Multifuso - UOL | Date: | Wed, 04 Feb 2009 14:55:59 +0000 |
| Subject: | CRISE? | ||
| Groups: | php.webmaster | ||
| Request: | Send a blank email to php-webmaster+get-3747@lists.php.net to get a copy of this message | ||
Multifuso Logo.JPG
TORNOS AUTOMÁTICOS MULTIFUSOS. A MELHOR RELAÇÃO CUSTO/BENEFÍCIO.
VEJA MAIS EM NOSSO SITE. <http://WWW.MULTIFUSO.COM>
WWW.MULTIFUSO.COM
ESTOU CANSADO DE OUVIR FALAR EM CRISE!
Você pode deixar-se influenciar, em suas decisões, pelas notícias
pessimistas ou, fazer as coisas acontecerem do seu jeito. A escolha é só
sua.
Crise_crie.png
Brasil é o único em 35 a escapar de forte desaceleração
Fonte: Agência O Globo 12/1/2009
As perspectivas econômicas para o Brasil continuam mais positivas do que
para os países ricos e outras grandes economias emergentes, como a China,
Índia e Rússia, segundo relatório da Organização para a Cooperação e
Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgada nesta segunda-feira em Paris.
A organização prevê que o Brasil é o único dos 35 países analisados no novo
Indicador Composto Avançado que não deverá registrar forte desaceleração
econômica nos próximos seis meses.
"Os Indicadores Compostos Avançados em relação a novembro de 2008 sinalizam
uma desaceleração profunda nas sete grandes economias mundiais e para as
grandes economias que não são membros da OCDE, principalmente a China, a
Índia e a Rússia", afirma o relatório.
Já em relação ao Brasil, como havia previsto no início de dezembro passado,
com dados relativos a outubro de 2008, a OCDE estima que o país deva
registrar apenas uma "leve desaceleração" de sua atividade econômica.
Queda
Apesar disso, o Indicador Composto Avançado em relação ao Brasil caiu 1,1
pontos em novembro na comparação com os dados do mês anterior e estão 2,9
pontos abaixo do nível registrado há um ano.
Mas o Brasil é o único do grupo das 29 economias que integram a OCDE e os
seis países não-membros da organização analisados neste último relatório que
ultrapassa a barreira de 100 pontos, utilizada como referência para
classificar o nível de atividade econômica dos países.
Neste novo indicador, o Brasil totaliza 101,2 pontos, enquanto os demais 34
países estão abaixo dos 100 pontos. No relatório anterior, o Brasil
registrava 102,3 pontos.
Segundo a metodologia para o cálculo do índice, os países que registrarem
queda, mas mantiverem o indicador acima de 100 registram "leve
desaceleração". Os que tiverem redução de atividade econômica e ficarem
abaixo de 100 pontos recebem a classificação de "desaceleração", que pode
ser caracterizada como forte em função do número de pontos perdidos.
Para calcular o Indicador Composto Avançado, a OCDE leva em conta vários
indicadores econômicos de curto prazo ligados ao Produto Interno Bruto
(PIB), como a produção industrial, por exemplo.
Outros países
A queda de 1,1 pontos registrada pelo Brasil em novembro é, no entanto,
menor que a de outras grandes economias emergentes. O Indicador Composto
Avançado da China diminuiu 3,1 pontos em novembro e estão 12,9 pontos abaixo
do nível verificado há um ano.
No caso da Índia, a queda foi de 1,2 pontos em novembro, mas totaliza 7,6
pontos na comparação anual. A Rússia registra a maior queda entre os grandes
emergentes que não são membros da OCDE, com uma redução de 4,3 pontos em
novembro e de 13,8 pontos na comparação com os últimos 12 meses.
Para os países que integram a OCDE, a queda em novembro foi de 1,3. Na
comparação com o nível registrado em novembro de 2007, a redução é de 7,3
pontos.
Os Estados Unidos totalizam uma queda de 1,7 em novembro e estão 8,7 pontos
abaixo do nível verificado há um ano.
Nos países da zona do euro, o indicador diminuiu 1,1 pontos em novembro
passado e estão 7,6 pontos abaixo do total registrado na comparação anual,
segundo a OCDE.
BC decide cortar taxa básica de juros para 12,75%
O Banco Central surpreendeu o mercado e reavaliou os rumos de sua política
monetária, em meio à crise financeira internacional e à expectativa de
desaquecimento mais forte da economia global, e decidiu cortar a taxa básica
de juros do País. O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, que se
reuniu ontem e hoje, reduziu a taxa Selic em um ponto porcentual, para
12,75% ao ano.
Em 2008, o Copom elevou gradualmente a Selic em 2,5 pontos porcentuais,
entre abril e setembro, e na reunião seguinte, no fim de outubro, manteve a
taxa em 13,75%. O Comitê não reduzia a Selic desde setembro de 2007 (quando
a taxa passou de 11,50% para 11,25%).
Na última pesquisa Focus, divulgada na segunda-feira, o mercado previa corte
da Selic para 13,25% ao ano nesta reunião e para 11,25% até o fim de 2009.
(AE)
Caixa reduz taxas de juros pela 2ª vez no mês
Repórter Econômico
Da Redação
A Caixa Econômica Federal passa a operar com novas taxas nas modalidades de
crédito comercial para pessoa física e jurídica a partir desta sexta-feira
(23). Esta é a segunda redução de juros neste ano, quando o banco anunciou
diminuição em 21 linhas de crédito.
Pesquisa da Fundação PROCON, vinculada à Secretaria da Justiça e da Defesa
da Cidadania, classificou pelo 11º mês consecutivo a Caixa como a
instituição financeira com as menores taxas de juros do cheque especial
pessoa física.
A instituição irá reduzir a taxa de 11 linhas de empréstimo: Consignado,
crédito pessoal, CDC, cheque especial, Crédito Especial Empresa prefixada,
Crédito Especial Empresa pós-fixada, entre outras linhas para pessoa
jurídica.
No consignado, a Caixa reduziu a taxa de 2,5% ao mês, que passará para 2,39%
ao mês. Se considerada a taxa praticada em dezembro de 2008 que era de
2,99%, a redução foi de
20%. Para se ter uma idéia da economia para o consumidor, num empréstimo de
R$ 10 mil e pagamento em 24 meses, a prestação diminuiu de R$ 589,83 para R$
552,35 que representa 6,3% de redução.
Em linhas de convênios também houve mudanças. A redução da taxa máxima em
algumas modalidades chega a 19,73%, passando de 2,99% a 2,39%. Para outras,
as taxas podem variar de 2,12 para 2,05% a.m., o que representa diminuição
de 3,30%.
Indústria comemora reforço de R$ 100 bi no BNDES
Andrea Vialli
O aporte de R$ 100 bilhões no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e
Social (BNDES) foi bem recebido pelas entidades que representam a indústria.
A avaliação dos industriais é de que o reforço de caixa dará dinamismo à
economia em um momento de crise. Paulo Skaf, presidente da Federação e do
Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP - CIESP) e integrante do
conselho de administração do BNDES, considerou boa notícia o anúncio do
ministro da Fazenda, Guido Mantega. Mas disse que todo projeto que chega ao
banco estatal tem por objetivo gerar emprego e ser lucrativo desde o momento
que sai do papel.
Não se trata de salvar empresas. O banco está lá para emprestar e a empresa
que toma recursos do BNDES fica devendo, paga juros. É dinheiro empregado em
projetos de fomento, que visam crescimento, empregos, lucro. O fato de os
recursos suplementares serem para infra-estrutura, avalia Skaf, deve ser
comemorado. O Brasil precisa arrumar sua infra-estrutura, porque as crises
são passageiras e não podemos ter limitações quando o crescimento for
retomado, disse.
O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro
Neto, considerou muito importante a decisão do governo de colocar à
disposição mais R$ 100 bilhões para o BNDES. Ele interpreta a medida como
uma tentativa do governo de substituir fontes externas de financiamento que
desapareceram com a crise. A iniciativa deve contribuir para melhorar o
quadro em relação ao desemprego.
Na avaliação de Humberto Barbato, presidente da Associação Brasileira da
Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), o pacote vai ajudar tanto as
empresas que atuam em infra-estrutura como também a indústria de bens de
consumo. O pacote é positivo, pois vai irrigar com crédito o setor de
infra-estrutura e deve restaurar a confiança do consumidor, na medida em que
pode evitar novas demissões, diz Barbato. Ele diz que 48% das empresas do
setor perderam encomendas em razão da crise. (AE)
Fornecedores da Fiat suspendem dispensas até 11/2
Raquel Massote
As empresas fornecedoras da Fiat e o Sindicato dos Trabalhadores
Metalúrgicos de Betim, Igarapé e São Joaquim de Bicas, na região
metropolitana de Belo Horizonte, decidiram aguardar pelo menos mais duas
semanas para avaliar a real situação de mercado e então discutir novas
formas de tornar flexíveis os contratos de trabalho. Até o dia 11 de
fevereiro, conforme acertado, as demissões na maioria das empresas ficarão
suspensas.
Estiveram reunidos representantes de 18 fornecedoras de autopeças incluindo
a Fiat e o sindicato. O acerto, porém, não inclui as 599 homologações já
agendadas no sindicato até o final deste mês.
O porta-voz das empresas Adauto Duarte informou que cerca de 40% das
empresas que estiveram reunidas hoje poderão realizar uma negociação
individual com o sindicato, mas a intenção da maioria delas é avaliar nos
próximos 15 dias os impactos da oferta de linhas de crédito para os bancos
das montadoras, redução do IPI incidente sobre a venda de automóveis novos e
a diminuição da taxa básica de juros decidida ontem pelo Banco Central. "A
grande maioria das empresas acredita em uma melhora da economia, mas o nível
de emprego é determinado pela demanda", afirmou o porta-voz.
Entre as questões discutidas hoje, em reunião realizada no Centro de
Negociações Coletivas da Federação das Indústrias do Estado (Fiemg), foram
apresentadas propostas como a redução de jornada de trabalho com ou sem
redução de salário, suspensão dos contratos, férias em três períodos por
ano, licença remunerada e banco de horas.
O sindicato informou ontem que o número de demissões homologadas pelas
empresas na região de Betim chegou a 4.702 no ano passado, um aumento de 66%
em relação a 2007. Somente a Fiat demitiu 844 funcionários no ano passado,
incremento de 226% na comparação com 2007. Com o agravamento da crise, o
ritmo de demissões aumentou. Conforme o sindicato, no período entre outubro
e dezembro de 2008, o crescimento foi de 405% em relação ao mesmo período de
2007, para 1.637 dispensas.
Em janeiro, já foram feitas outras 274 demissões de metalúrgicos no cinturão
de empresas fornecedoras da Fiat e outras 599 homologações já foram
agendadas para o mês de janeiro o que elevará o número para 873 demissões no
primeiro mês do ano. Para o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de
Betim, Marcelino da Rocha, a suspensão das demissões por este período
servirá para diminuir a apreensão dos trabalhadores. (AE
Vale não quer e não tem intenção de demitir, diz Agnelli
Gerusa Marques
O presidente da Vale, Roger Agnelli, disse hoje que a proposta de licença
remunerada feita pela Vale aos sindicatos de Minas Gerais e Mato Grosso do
Sul tem o objetivo de manter o "nível de emprego". "Não queremos demitir.
Não temos intenção de demitir", disse após encontro com o ministro da
Fazenda, Guido Mantega. Ele lembrou que a proposta é de reduzir os salários
em 50%, mas disse que todos os direitos serão mantidos. "Isso é temporário,
até a gente passar essa fase de ajuste", afirmou.
Ele não soube dizer quantos empregados da Vale serão colocados de licença.
Segundo ele, isso depende da negociação com os trabalhadores. De acordo com
ele, os sindicatos dos dois Estados, com exceção do de Itabira (MG),
concordaram com a proposta. Ele ressaltou, no entanto, que não é intenção da
Vale colocar todos os seus funcionários em disponibilidade. Segundo Agnelli,
a empresa tem hoje cinco mil empregados em férias que devem retornar logo ao
trabalho e talvez a Vale coloque outros empregados em férias. "A gente está
administrando de forma a passar esse período", disse.
Agnelli disse estar confiante em que, em dois ou três meses, a situação da
economia comece a ficar mais clara. Segundo ele, o choque provocado pela
crise financeira mundial foi "muito forte e muito duro", principalmente, no
último trimestre do ano passado. "Foi uma queda de demanda brutal e temos de
fazer os ajustes." Segundo Agnelli, no primeiro trimestre de 2009, é preciso
ter paciência. No segundo trimestre, "as coisas começam a parar de piorar" e
a situação só deve melhorar, segundo ele, no segundo semestre.
Sindicatos
Nem todos os sindicatos que reúnem trabalhadores da Vale em Minas se
mostraram satisfeitos com a proposta apresentada hoje pela mineradora, que
prevê a concessão de licença remunerada aos trabalhadores, sem a suspensão
de contrato de trabalho e garantia dos níveis de emprego até o dia 31 de
maio a todos os sindicatos que assinarem o acordo. Neste período, os
funcionários receberão 50% do salário-base.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da
Extração do Ferro e Metais Básicos (Metabase) de Congonhas e Ouro Preto,
Valério Vieira dos Santos, "o acordo continua ruim". Ele revelou que a
mineradora deverá conceder férias coletivas para a maioria dos trabalhadores
da mina de Fábrica, em Congonhas, a partir do dia 16 de fevereiro, mantendo
apenas uma pequena parcela para as atividades de manutenção. A companhia não
confirmou a concessão das férias.
"A Vale é uma empresa totalmente diferenciada e poderia fazer uma proposta
melhor", disse ele. O acordo, segundo Santos, não atende os trabalhadores e
a intenção até o momento é não assinar. Na região de Congonhas, a mineradora
possui cerca de dois mil trabalhadores ligados ao sindicato.
Conforme o secretário-geral do Metabase Itabira e Região, Sebastião da Costa
Deiró, a entidade só foi informada sobre o acordo por volta das 15 horas
desta quinta-feira e até este momento toda a diretoria do sindicato está
debruçada sobre os termos para fazer uma avaliação. "A princípio é uma
proposta muito ruim, mas precisamos avaliar melhor e, se for o caso,
convocar uma assembléia para apresentar o acordo", informou. O sindicato
reuniu quase dois mil trabalhadores no último dia 8 de janeiro em Itabira,
para protestar contra as demissões feitas pela mineradora.
Para os sindicatos que concordam com as propostas, como o Metabase Mariana e
o de Belo Horizonte e Região, o acordo é positivo, porque reduz a
possibilidade de desemprego. Sebastião Alves de Oliveira, do Metabase BH,
afirmou que "no momento é o melhor que podemos fazer para garantir os
empregos". (AE)
IBGE: total de desocupados caiu 11% em dezembro
Jacqueline Farid
O número de pessoas ocupadas nas seis principais regiões metropolitanas do
País somou 22,11 milhões em dezembro, com alta de 0,2% ante novembro, e de
3,4% na comparação com dezembro de 2007. Por outro lado, o número de
desocupados caiu para 1,6 milhão, com recuo de 11% ante novembro e queda de
6,3% na comparação com dezembro do ano anterior.
A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE mostrou também que, apesar da
crise, o emprego com carteira assinada prosseguiu em expansão em dezembro,
registrando alta de 0,8% ante novembro e de 7,2% ante dezembro de 2007. O
gerente da pesquisa, Cimar Azeredo, já havia adiantado que a crise
financeira internacional só deverá chegar aos resultados da pesquisa de
emprego do IBGE em janeiro de 2009.
O levantamento do IBGE inclui também o emprego informal e por conta própria,
ao contrário do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados),
divulgado pelo Ministério do Trabalho essa semana, e que mostrou uma forte
queda no emprego em dezembro, porque investiga apenas as vagas formais no
mercado de trabalho. (AE)
Acordo garante oito mil empregos na Zona Franca de Manaus
Márcia De Chiara
O governo do Amazonas fechou ontem um acordo com cerca de 40 indústrias do
pólo termoplástico da Zona Franca de Manaus para garantir, até abril, a
manutenção de oito mil empregos. Sem o acordo, seriam demitidos 2,1 mil
trabalhadores do setor, diz o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do
Amazonas e dirigente local da Central Única dos Trabalhadores (CUT),
Waldemir Santana.
Em troca da estabilidade do nível de emprego, o governo do Amazonas fará uma
renúncia fiscal de R$ 10 milhões do Imposto sobre Circulação de Mercadorias
e Serviços (ICMS) sobre energia elétrica, insumo muito usado pelas
indústrias termoplásticas. Pelo acordo, as pequenas e microempresas do setor
terão acesso a uma linha de crédito R$ 10 milhões para capital de giro e
pagamento de impostos.
O acordo repete a fórmula acertada entre os fabricantes de motocicletas e o
governo do Amazonas. No mês passado, o setor se comprometeu a garantir o
emprego de 22 mil trabalhadores, tendo como contrapartida do governo a
desoneração do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)
sobre as motos e do ICMS.
Estamos também tentando fechar um acordo nos mesmos moldes com os
fabricantes de eletroeletrônicos. Temos dificuldade porque são companhias
estrangeiras e o poder de mando está no exterior, conta Santana. O pólo
eletroeletrônico reúne 350 empresas. Hoje o governador do Estado, Eduardo
Braga, e Santana estarão em Brasília para pedir isenção de PIS/COFINS para
as motocicletas e negociar a possível venda da carteira de consórcio do
setor para um banco oficial. (AE)
P Antes de imprimir, pense em sua responsabilidade e compromisso com o MEIO
AMBIENTE.
A MULTIFUSO respeita sua privacidade e é contra o spam na rede.
Se você não deseja receber nossos informativos, responda a este e-mail com a
palavra Remover no campo Assunto.